Planejamento e cronograma
Cronograma montado a partir do projeto e do orçamento, com sequência executiva real — não linha de tempo genérica.
Planejamento, compras, empreiteiros e logística de insumos. Com cronograma que informa o prazo real — e a meta marcada separada, pra ninguém confundir as duas coisas na hora da cobrança.
A 2M entra na obra pra organizar o que costuma ficar solto: o prazo, a compra, o empreiteiro e a chegada do material.
Cronograma montado a partir do projeto e do orçamento, com sequência executiva real — não linha de tempo genérica.
Cotação, comparação e prazo de entrega amarrados ao cronograma, pra material não chegar antes de precisar nem depois de atrasar.
Contrato, medição e frente de serviço acompanhados por etapa, com o que foi executado conferido contra o que foi medido.
Frete terrestre e marítimo, comparando custo por carga. Em obra de ilha, isso inclui balsa, janela de maré e carga parcial.
Avanço da obra medido em tarefa concluída e em desembolso, lado a lado, na mesma data-base.
Relatório impresso pra reunião e painel na tela pra o dia a dia, alimentados pelo mesmo registro.
Não é filosofia. É o que faz o número do relatório aguentar ser conferido.
Quantidade que entra em cronograma é conferida em duas fontes independentes do projeto. Quando as duas não fecham, a gente descobre o porquê antes de planejar — não depois de comprar.
O plano base carrega o prazo que a obra realmente leva. A meta mais agressiva fica marcada como alvo, em separado. Misturar as duas é a origem de quase todo atraso que vira surpresa.
Antes de mexer na obra ou no sistema, a decisão vai pro papel: o que foi definido, o que foi descartado e por quê. Seis meses depois, ninguém discute de memória.
O que aconteceu é lançado no dia. Relatório de fim de mês que se apoia em lembrança não serve pra decidir nada.
A 2M desenvolveu e opera o próprio sistema de gestão de obra, com módulos de planejamento, logística de insumos, compras, financeiro e produção em série. Cada obra roda a sua instância, com registro diário, trava de escrita e relatório impresso.
E ele foi feito pra obra difícil. No Mercado Municipal de Bom Jesus dos Passos, em ilha, todo material chega de balsa — então o módulo de logística trabalha com janela de maré, altura de maré por dia e viagem por embarcação. Planilha não resolve isso.
É o que permite responder, em qualquer terça-feira, quantas viagens saíram, quantas tarefas fecharam e o que está travado esperando decisão.
Telas do sistema em operação. Valores de contrato omitidos por confidencialidade.
Obra em ilha da Baía de Todos os Santos. Todo insumo chega por via marítima, o que põe a logística no centro do planejamento.
Empreendimento com 170 casas em produção em série, mais clube, centro comercial e infraestrutura. Duas tipologias, oito quadras.
Manda o tipo de obra, onde fica e em que fase está. A gente responde com o que dá pra fazer e como seria o acompanhamento.